
"Perdi o senso, talvez por ouvir e ver estrelas... E perdi-me na noite da existência esperando que o universo me visse, ou que ao menos uma estrela me caísse... E caiu no meu céu, mas só ficou o clarão que desenhou nos ares um desejo... Só ficou pra mim um lampejo... Um lampião sertanejo... luz que dos olhos, fogueira de dentro da caverna, fantasiam histórias e roteiros desnudos, de personagens mudos, loucos, sábios, marginais, castos, cegos visionários, meros funcionários, pobres mortais... Saiba, que toda vez que teus olhos de mim se fecha, a noite cai"...
E toda vez que te lembro, a lua sai"...