3.4.11

Zera a Reza

Vela leva a seta tesa
Rema na maré
Rima mira a terça certa
E zera a reza
Zera a reza, meu amor
Canta o pagode do nosso viver
Que a gente pode entre dor e prazer
Pagar pra ver o que pode
E o que não pode ser
A pureza desse amor
Espalha espelhos pelo carnaval
E cada cara e corpo é desigual
Sabe o que é bom e o que é mau
Chão é céu
E é seu e meu
E eu sou quem não morre nunca
Vela leva a seta tesa
Rema na maré
Rima mira a terça certa
E zera a reza

6 comentários:

Ribeiro Pedreira disse...

zerar, reiniciar, morrer nunca...

Gisa disse...

Recomeços, respira fundo e vamos em frente.
Um bj

antes blog do que nunca! disse...

Nem sei como vim aqui parar....mas vim e gostei.

Nas palavras escritas encontrei a força que só o amor oferece aos seres.

Parabéns pelo blog.

1 Bj*
Luísa

Marcello disse...

as palavras dançaram na minha cabeça..adorei.

Beijos

leila saads disse...

No ritmo do samba.

(:

Nilson Barcelli disse...

Gostei do poema, é muito interessante, principalmente no jogo criativo com as palavras.
Bom Domingo.
Beijo.